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Caçando a placa bacteriana na era da IA

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3–4 minutos

O acúmulo de placa bacteriana pode ser detectado em qualquer superfície da cavidade bucal, especialmente nos dentes, gengivas e restaurações. Essa é a boa notícia para quem faz Periodontia.

Entretanto, basta que o paciente mastigue uma pastilha colorida para detectá-la.

Todavia, um Periodontista não só a identifica, mas também conta esses locais. 

No meio do caminho, ainda tem o exame de sondagem para saber a profundidade das bolsas periodontais.

Finalmente, é preciso anotar se tem ou não sangramento. São três tarefas manuais.

Em resumo: na clínica de rotina, quantas vezes o seu Periodontista precisa parar e analisar esses dados? Já parou para pensar quanto tempo se investe nessas tarefas?

Uma ajudinha digital não seria bem-vinda?

Pegando a placa bacteriana no ato: como a IA funciona?

No século 21, uma nova proposta de big data surge para aumentar o rendimento desses profissionais que amam cuidar das suas gengivas. Sim, falamos de inteligência artificial.

Bem, na primeira fase do processo, é tudo igual: depois que chegam ao consultório, os pacientes mastigam uma pastilha corante evidenciadora.

Em seguida, a partir de um conjunto de fotos tiradas com celular ou através do escaneamento com uma câmera intraoral (IOS), essa ferramenta separa as áreas livres das áreas contaminadas pela placa: é tudo uma questão de pixels!

Aspecto visual das áreas com placa bacteriana e áreas limpas facilitando a comunicação com os pacientes.
Aspecto visual das áreas com placa bacteriana e áreas limpas facilitando a comunicação com os pacientes.

E para que os pacientes compreendam a gravidade da situação, além do aspecto visual, o app também gera uma porcentagem conhecida como Índice de Placa Visível (IPV).

Naturalmente, com o passar do tempo, podemos guardar e mostrar a evolução dessas porcentagens consulta por consulta:

Detalhe do Índice de Placa Vísível: porcentagem e a barra de cores apontando para os riscos.
Detalhe do Índice de Placa Vísível: porcentagem e a barra de cores apontando para os riscos.

A relação da placa com a cirurgia periodontal: a IA mostra quando for a hora

Mais uma vez, Periodontistas não precisam se preocupar já que essa IA conecta os dados do paciente com a classificação das Doenças Periodontais 2017 e fornece o diagnóstico:

Após a obtenção do IPV, os próximos passos das consultas subsequentes são fornecidos na tela.
Após a obtenção do IPV, os próximos passos das consultas subsequentes são fornecidos na tela.

Ao final, um resumo bem claro da situação do paciente está visível na tela:

Os problemas, as metas e monitoramento são fornecidos através de um checklist.
Os problemas, as metas e monitoramento são fornecidos através de um checklist.

A investigação continua: o sangramento é cúmplice

Se há sangramento, há inflamação. Em Periodontia, o epitélio não sangra, mas o tecido conjuntivo sim. A explicação: é a defesa do seu organismo frente à agressividade da placa bacteriana.

No app referente ao periograma, depois que a sonda entra e sai delicadamente, vamos marcar se existe ou não sangramento.

E tudo o que precisamos é de um mapa, como na imagem abaixo:

Na tela, o mapa mostra quais dentes têm problemas de sangramento.
Na tela, o mapa mostra quais dentes têm problemas de sangramento.

Mas a história ainda não acabou: a IA também mostra a outra parte do Índice, em três telas bem simples:

Além do mapa, o índice de sangramento é fornecido em porcentagem e nível de risco.
Além do mapa, o índice de sangramento é fornecido em porcentagem e nível de risco.

Placa bacteriana e sangramento à sondagem: protegendo melhor as vítimas

O veredito: as provas geradas pela IA são incontestáveis.

Primeiro, ela mostra onde estão a placa bacteriana e o sangramento. Depois, ela diz as quantidades de cada índice.

Assim, é possível explicar o que esses dados significam.

Além disso, o paciente entende melhor se a higiene realizada (escovação e fio dental) está ou não satisfatória. Ainda, isso dá argumento para que os profissionais melhorem a saúde bucal.

Não é teoria: essa ferramenta de Inteligência Artificial faz parte da realidade clínica da Periodontia.

O PERIO-IA Grisi System © foi idealizado e desenvolvido pelo Prof. Dr. Márcio Fernando de Moraes Grisi (CRO-SP 9264), periodontista e fundador do Instituto Grisi de Periodontia, Ribeirão Preto, interior de São Paulo.

Prof. Márcio Grisi, idealizador do ecossistema PERIO IA Grisi System.
Prof. Márcio Grisi, idealizador do ecossistema PERIO IA Grisi System.

A surpresa? Ela integra um projeto maior: a IA aplicada à Periodontia, livro que se encontra em fase de desenvolvimento. Mas este é um assunto para outra oportunidade.

Perio IA Grisi System – © Prof. Dr. Márcio Fernando de Moraes Grisi — Instituto Grisi de Periodontia — Todos os direitos reservados.

Bem, nossos leitores do blog não precisam se preocupar.

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1 comentário em “Caçando a placa bacteriana na era da IA”

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