Inteligência Artificial na Implantodontia: o robô chegou!
A inteligência artificial na Implantodontia (IA) está deixando a gente sonhar?
Que tal conhecer o que os robôs podem fazer (quase) sozinhos?
Que tal cair da cama nesse friozinho de julho e atualizar seus conhecimentos?
Vem com a gente! Não perca os melhores lances da tecnologia digital!
Aqui, no blog da Santos Publicações Ltda., veja com exclusividade uma amostra do Capítulo 11 – Inteligência Artificial em Tratamentos Odontológicos Robóticos, escrito por Clifford Camilleri, Baoluo Xing Gao, Rui Xie, Shizhu Bai, Jiani Liu, Jesus Torres Garcia-Denche, Guillermo Pradies, e Arthur Rodriguez Gonzalez Cortes.

Estudo de caso: colocação de implantes na arcada total mandibular guiada pela inteligência artificial
Uma paciente de 66 anos de idade apresentava a arcada maxilar parcialmente desdentada e a arcada mandibular totalmente desdentada.
Além disso, ela possuía bom estado de saúde geral, mas era tabagista leve.
Entretanto, relatava desconforto com a prótese total convencional mandibular. Por fim, a sua higiene oral estava regular.

Diante dos exames iniciais, passamos para a fase das imagens: na TCFC, o rebordo mandibular se desenha plano com largura e altura alveolar ideais. Depois, vamos confeccionar o guia cirúrgico com os marcadores radiopacos, já que o plano de tratamento inclui a colocação de seis implantes dentários.
Então, esses dados são importados no programa de planejamento do implante robotizado (DentalNavi).
Como o robô “vê e se ajusta” aos pacientes?
Em detalhes, esse robô (YakeBot, China) possui três funções importantes no software: a primeira é um sistema de serviço visual. Assim, há câmeras que fornecem a resposta em tempo real. Já a segunda é um serviço de força, onde seu controle é dado pelas respostas frente aos sensores de torque.
Finalmente, a terceira é um mecanismo automático que compensa os movimentos da paciente para garantir que a trajetória do implante saia como planejado.

Quais parâmetros podemos controlar na colocação robótica autonômica?
- sequência de perfuração (osteotomia)
- torque de perfuração
- velocidade de rotação do motor
- as posições de partida e parada das fresas
Basicamente, diante dos quatro parâmetros acima, o(a)operador(a) otimiza a orientação 3D da peça de mão e evita a colisão com a dentição adjacente. Em seguida, o robô entra em ação. Entretanto, sob vigilância cuidadosa e como apoio de diversos monitores.
Claro, a segurança do processo é vital. Nesse sentido, o programa tem as suas “travas de segurança”, ou seja, é impossível que uma ação seja executada sem que o robô tenha certeza probabilística.



Assim, nas imagens abaixo, podemos ver o resultado final: certamente, a ficção científica dos filmes ficou para trás. Além disso, as possibilidades são infinitas. Por isso, o sonho vira realidade: tanto a distribuição quanto o posicionamento dos implantes estão ótimas.



Pelo caso acima, podemos perceber: o robô trabalha corretamente, tanto na cirurgia quanto na relação com a prótese imediata, mesmo que os robôs ainda não demostrem autonomia total.
E você, o que acha disso tudo? Não fique de fora dessa transformação!
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